27 outubro 2011

CAMINHOS PARA A CONSTRUÇÃO DA CULTURA DA PAZ NA ESCOLA


O professor em conjunto com a escola e as famílias dos educandos, com disponibilidade, abertura  e força de vontade têm condições suficientes, independente dos desajustes do sistema, em contribuir para um mundo melhor, ajudando-nos a compreender que a paz é o caminho para transformarmos esta velha forma de viver, que está vem diariamente causando transtornos e prejudicando nossas vidas.

Gandhi já nos dizia que a paz é o caminho para transformarmos à vida; Maria Montessorri,  seguindo o seu exemplo foi uma das primeiras e grandes educadoras a contribuir para a paz na escola, nos mostrou um desses prodigiosos caminhos, publicando um livro em 1949 (A Educação e a Paz) orientando nos que:  todo educador deve respeitar a inteligência  e o desenvolvimento do que há de melhor em cada educando, entendendo que este, ao estar bem consigo mesmo, poderia aprender a conviver com os demais, respeitando as diferenças, aprendendo a nos amar como irmãos em humanidades e contribuíndo para buscar soluções definitivas para a construção da paz. 

Que cada um de nós, ao observarmos a nossa realidade escolar possamos analisar, refletir e descobrir qual (is) caminho (s) poderíamos estabelecer esta tão urgente e necessária cultura da paz.

Durante estes meses, estive trabalhando em uma comunidade extremamente violenta e desmotivada e consequentemente a escola também reforçava este comportamento, como tenho experiência como educador para a paz tentei aplicar todos os conhecimentos sobre o assunto que conheço. Mas, tive muitas dificuldades, principalmente de iniciar o trabalho falando diretamente com a temática da paz, não conseguia obter nenhum resultado satisfatório.

Então, mudei a estrátegia e pela primeira vez tive que trabalhar com esta temática, partindo pela da violência. Como os educandos viviam neste ambiente hostil, eles não conseguiam refletir e compreender sobre a necessidade da paz desassociados desta vivência.

Com isso, pacientemente e com atividades bastante criativas, consegui obter os primeiros resultados, despertando o interesse deles para a importância da paz para o melhoramento das relações e da resolução dos conflitos por eles vivenciados.

Um dado importante foi respeitá-los em suas dificuldades; a valorização do potencial de cada um e o incentivo para que eles refletissem sobre a importância da educação e da aprendizagem para o crescimento deles como ser humano potência de paz.

Este foi um dos caminhos que trilhei para consegui trabalhar com a paz na escola. E o seu caminho? Compartilhe a sua experiência e poste um comentário para que possamos saber qual foi a sua estratégia.

Muita paz!

23 outubro 2011

CAMPANHA: UM BOM PROFESSOR UM BOM COMEÇO

 
 

 
Que o dia do professor seja comemorado todos os dias do ano, não só no dia 15 de outubro. Felicidades para todos nós que investimos uma vida toda em prol da educação!

Que todos nós possamos aproveitar o momento para refletirmos sobre a nossa importância para o desenvolvimento de uma sociedade mais justa, pacífica, amorosa, ética e realmente humana.

Que possamos continuar lutando...trabalhando honestamente e exigindo da nossa sociedade mais respeito, valorização e dignidade.

E que agora possamos investir nossos esforços para construir a cultura da paz e da não-violência ativa dentro e fora da escola em que trabalhamos.

Abraços de bom coração para todos nós
Muita paz!



25 setembro 2011

TORNAR-SE PACIFICADOR NA ESCOLA

Nas escolas, que é o foco deste blog, para que um educador torne-se um pacificador, ele necessita ser um grande exemplo de valores e de  atitudes (proativa, amorosa, pacífica e não-violenta). Somos uma referência muito importante para nossos educandos e sendo assim, poderíamos dividir responsabilidade pelo bem-estar de todos e criar juntamente com eles, estratégias diárias ou semanais para se criar um escola-sala de aula pacífica, identificando possíveis alunos que poderiam assumir a responsabilidade geral de coordenação deste empreendimento.

Mas é importante frisar que este esforço deve ser cada um de nós, não só da escola, como da família, da comunidade e autoridades políticas, porque educar para a paz exige a constante participação e investimento  de todos os envolvidos no processo de ensino-aprendizagem.

A forma como cada educando se relaciona consigo mesmo é a base para a sua percepção do mundo e do seu realcionamento com o próximo. Segundo Drew, em seu livro "A Paz também se aprende", a auto-estima e eu acrescento a auto-imagem quando bem direcionadas influenciam todas as ações, interações e reações, então quaisquer atividades que desenvolvam as atitudes pacificadoras os prepararão para uma relação eu e o outro muito mais saudável.

A estratégia que os educadores devem promover nestas situações, deve focar o desenvolvimento de exercícios de (auto) reflexão e de visualização das possibilidades de pacificação e desenvolvimento de atitudes de não-violência para que os educandos percebam como estabelecer uma melhor forma de respeito nos relacionamentos consigo próprio, com os demais e com a vida.

Estas atividades devem ajudá-los a promover mediações para a resolução criativa e positiva dos conflitos ao invés de reagir de forma instintiva aos acontecimentos de dentro ou de fora da escola.

A paz começa em cada indíviduo, então quando um educando está com a sua autoestima positiva e com a sua auto-imagem bem formada, ele com certeza terá as condições necessárias para tornar-se um defensor da paz e da não-violência.

Mas, quando a autoestima e a auto-imagem estão comprometidas, com reflexos vivenciados através da violência cotidiana, eles com certeza, muitas vezes utilizarão o corpo e as mãos para agredir e não para construir, porque são indíviduos que não estão felizes consigo mesmo e nem com a sua vida.

Trabalhar com atividades artísticas e de conscientização corporal, também poderão orientá-los e ajudá-los neste trabalho proativo para estabelecer a paz na escola e em suas vidas individualmente, até atingir outras esferas sociais em que eles vivem.

Muita paz!




21 setembro 2011

TORNAR-SE PACIFICADOR

Você sabe como se tornar um pacificador em casa, no trabalho, na escola... enfim na sua vida?

Paz é harmonia, então para estabelecê-la  nas relações intra e interpessoais e  em quaisquer lugares que nos encontrarmos, a veneranda Joanna de Ângelis no livro Vida Feliz, através de Divaldo Franco,  nos sugere no texto abaixo que façamos um esforço para tornarmo-nos pacificadores:

"Torna-te pacifidador.

Onde te encontres, estimula a paz e vive em paz.

Os tumultos que aturdem os homens e as lutas que se travam em toda parte poderiam ser evitados, ou pelo menos contornados, se os homens mantivessem o espíríto de boa vontade, uns para com os outros.

Uma ofensa silenciada, uma agressão desculpada, um golpe desviado, evitam conflitos que ardem em chamados de ódio.

Confia na força da não-violência e a paz enflorescerá o teu e o coração de quantos se acerquem de ti."


Segundo o dicionário "pacificador" é aquele que pacifica,  com isso, para que a paz realmente  floresça em nossas mentes e  corações torna-se importante diferenciar a palavra pacífico de passivo.

Paz não é sinônimo de passividade, acomodação e ou inércia, como muito de nós pensamos equivocadamente, mas sim ação, proatividade, aprendizagem, transforma-ação, conquista e luta cotidiana.

Pacífico - Pacificador: é aquele indíviduo que age, atua na construção e no estabelecimento da paz, contribuíndo com a harmonia pessoal, social e ambiental,


Passivo: é aquele que não ajuda nesta construção, mas atrapalha, porque mesmo não sendo violento ou desarmônico; mesmo percebendo situações conflituosas em seu contexto,  não constrói nenhuma ação pela paz.

Então, na atual situação beligerante em que nos encontramos, faz-se necessário criar e fomentar atitudes proativas para a construção e desenvolvimento da Cultura da Paz e Não-Violência Ativa em quaisquer áreas de atuação de nossas vidas!


Muita paz para todos!

Colabore conosco e nos diga quais ações você fomenta ou pretende criar para construir ou desenvolver a paz em sua casa, no trabalho, consigo mesmo,  com a família, a comunidade, etc. Publique um comentário com suas sugestões!

14 setembro 2011

REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA PARA A PAZ 3


Para você compreender a importância deste livro, reproduzo o prefácio da edição brasileira, por Moacir Gadotti:

EDUCAR PARA A PAZ EM TEMPOS DE GUERRA

Esse livro, com fundamento numa filosofia do homem de­mocrático, oferece técnicas e exercícios pedagógicos para for­mar o cidadão instituinte da paz. Ele foi escrito originalmente a partir de uma sociedade de abundância, onde os traba­lhadores já conquistaram condições de cidadania elementares. Por isso, os editores se viram obrigados a processar adaptações que o tornem mais adequado à realidade brasileira. O objetivo porém é o mesmo: educar para a paz em tempos de guerra. É porque estamos em guerra que é necessário educar para a paz.

Há países em que na relação entre guerra e paz, a paz leva vantagem. Mas há outros, como o nosso, em que a guerra — não declarada — está mais presente e facilmente pode ser verificada pelo número de crianças que morrem de fome por dia, pela subnutrição, pela miséria, pela falta de moradia, pela falta de terra para trabalhar, pela falta de empregos, pela falta de saúde, educação, saneamento básico, enfim, pela falta de acesso aos mínimos direitos de vida com qualidade que uma democracia deve oferecer.

Isso me leva a dizer que a paz não é uma doação. Não se chega a ela por instinto humano. Ela é conquistada pela luta. Daí a necessidade de instrumentos de luta para a paz como esse livro. Portanto, ele não pode ser visto como obra de sonhadores, mas de promotores de utopias concretas. Isso exige constante apelo às condições reais de vida onde existe o diálogo entre os diferentes e os iguais, mas também o conflito entre antagónicos. Nas sociedades capitalistas o conflito entre capital e trabalho é o aspecto fundamental que explica a inexistência da paz, nelas, a guerra é fruto do conflito entre a produção de bens que é socialmente produzida pelos trabalhadores, mas é acumulada privadamente pelo capital.

Não se pode pedir aos despossuídos, tão numerosos entre nós, aos oprimidos, aos que não têm opções, que eles aceitem um consenso pacífico em torno de opções comunitárias, quando a comunidade de iguais não existe. Quero dizer que é necessário promover uma educação para a paz, com as técnicas e a filosofia propostas neste livro, mas é preciso recordar a passagem bíblica da relação entre a paz e a espada: para o oprimido, a luta para a paz passa pela justiça social. Isso implica inevitavelmente, o conflito social.

Este livro deve preparar para a paz, para buscarmos juntos novas soluções, uma perspectiva de paz interior e paz familiar. Porém, aceitando sempre a necessária e vital tensão, não somente existente entre pessoas que buscam superar seu inacabamento antropológico, mas, também a tensão resul­tante de uma situação estrutural de injustiça.

Este livro estimulante é também um apelo para a tolerância e o pluralismo. Mas o homem tolerante e pluralista não é aquele que, por exemplo, compra todos os produtos de um supermer­cado. Por que há produtos velhos, mofados, inúteis e supérfluos. Existem produtos que podem provocar doenças. O pluralismo é uma filosofia do diálogo. Ser pluralista significa dialogar com todas as posições. Não significa adotar a todas elas, o que não seria pluralismo, mas incoerência lógica e portanto, negação de postura ético-filosófica. Ser pluralista e tolerante e descobrir a beleza da diferença.

Toda forma de educação é política. Educar para a paz é uma proposta política-pedagógica. Uma visão funcionalista e mecanicista da educação recusaria discutir as implicações políticas da ação educativa. Educar para a paz é educar para a autonomia que significa auto-governo. O liberalismo educa­cional arcaico e autoritário visava a formar os alunos para serem meramente governados. Educar para a autonomia, segundo os princípios democráticos e populares, significa formar os alunos para serem governantes.

Enfim, é preciso entender que a perspectiva de uma harmonia progressiva indo do individual-particular para o coletiuo-uniuersal, como pretendia o fundador do taoísmo, Lao Tsé, é praticamente impossível. A paz só se obtém, dialética e contraditoriamente, na busca da justiça. As crianças e adoles­centes devem aprender isso antes de se tornarem adultos, mas não aprenderão isso se nas escolas não existir um plano mais preciso de educação para a paz.

Existe outro aspecto para o qual este livro pode contribuir: a paz nas famílias, porque é lá que as crianças aprendem muitos dos valores e práticas que realizam depois. É imperioso que este livro seja lido também pêlos pais e pelas mães. Os exercícios não podem ser apenas para os meninos. Eles devem envolver os pais, devem ser completados por eles, junto com eles. E se os pais forem analfabetos? Não se poderia imaginar outra forma de comunicação como o vídeo ou o cassete? Imbuído de um espírito democrático e com recursos a sua disposição, o educador popular saberá completar este livro.

Felicito os editores pela ideia de traduzir e adaptar esta obra que ajudará a todos nós educadores e educandos a adotar a democracia como valor fundamental para a construção de nosso futuro, deixando para trás a tradição do autoritarismo e da discriminação que tanto marcaram e ainda marcam a sociedade brasileira.

Moacir Gadotti

Professor da Faculdade de Educação da Universidade de São Paulo



Boa leitura e muita paz!



05 setembro 2011

Meditação Permanente da Paz




Vídeo do Movimento de Meditação Permanente da Paz.

Conheça o movimento e participe!

Escolha um horário, um dia e ofereça sua meditação pela PAZ.

CARTILHA DOS DIREITOS E DEVERES EM EDUCAÇÃO


Você sabe quais são os direitos legais de todo cidadão e dos nossos governantes em relação à Educação, seja ela pública ou privada?

Segundo a nossa Legislação, a  Educação é um direito de todos e dever do Estado e da família. Todos têm direito à educação e o Governo é obrigado a proporcionar condições para que existam escolas prontas para receber os alunos.

A Cartilha dos Direitos e Deveres na Educação, que ora se apresenta, tem por objetivo facilitar a vida de todos, transmitindo, de uma forma clara, os itens já pacificamente aceitos tanto pelo Governo, como pelas escolas e pelos alunos.

É o resultado de pesquisas dos especialistas do Centro de Direito Educacional do Instituto de Pesquisas Avançadas em Educação que, ao longo dos anos, vem selecionando as principais dúvidas do dia-a-dia dos participantes das relações juspedagógicas.

Esse conjunto de documentos constituem os direitos na educação ou, mais modernamente chamado, o Direito Educacional. São, na prática, milhares de textos legais que dizem o que deve e o que não pode ser feito e, em inúmeros casos, há divergências e conflitos de interpretações, causando grandes dúvida pelos alunos e demais membros da comunidade educacional.

A Cartilha estará sempre sendo ampliada pois novas questões irão surgindo e as respostas irão ocorrendo dentro de um processo natural de apoio à existência de um clima de harmonia entre os membros de uma comunidade.

Acesse o site do IPAE (Instituto de Pesquisa e Administração da Educação), e conheça quais são os nossos direitos em relação à Educação:

http://www.ipae.com.br/direitoeduca/cart_direit_educ.htm


11 agosto 2011

ESTUDANTES DA PAZ


                                             Maurício de Souza

Hoje comemoramos um dia  muito especial, o Dia dos Estudantes!

Nesta data devemos aproveitar para refletir sobre o compromisso de oferecer uma educação de qualidade (maior presente que podemos oferecer para eles) e  a grande responsabilidade em orientar os nossos queridos alunos nas práticas do bem, do amor, da paz e do belo; fazendo-os refletir sobre a importância dos estudos e da aquisição dos conhecimentos necessários para o desenvolvimento das suas inteligências (das múltiplas) e dos valores necessários para a formação de um cidadão mais honesto, humano, justo e digno.

Para compreendermos um pouco o universo dos nossos estudantes-alunos e contribuir para o desenvolvimento das suas potencialidades, ajudando-os a tornarem-se indivíduos pacíficos e pacificadores, faz-se necessário conhecer os conceitos que norteiam a formação destas palavras:

A palavra Estudante (do verbo estudar) designa o indivíduo que se empenha em algum tipo de estudo, que busca o alimento intelectual por conta própria, sem necessidade de ser "alimentado", podendo fazer isto de maneira individual, com ou sem recurso de um professor. Já a  palavra Aluno (do latim alumnus, alumnié) designa o indivíduo que recebe formação e "alimenta-se" da  instrução de um ou vários professores ou mestres para adquirir ou ampliar seus conhecimentos geralmente nas áreas intelectuais.

Note que, enquanto o conceito aluno aponta para a dependência e passividade; o conceito de estudante sinaliza autonomia e atividade. É preciso reconhecer que, em algumas fases escolares (educação infantil e ensino fundamental), atuamos como alunos; embora em outras (ensino médio e, principalmente, na educação superior), como estudantes.

Mas, não é preciso ter preconceito pela palavra “aluno”; ela é, de longe, a mais comum em contexto de sala de aula. Além disso, os termos não são antagônicos nem excludentes. Afinal de conta, o sonho de todo professor é que seus “alunos” se tornem também “estudantes”. A pedagogia moderna se esquiva do problema empregando apenas o termo “educando”.

O mais importante de ser um estudante, é acreditar no potencial que possui e conhecer seus direitos e deveres, desenvolvendo um senso de responsabilidade para aprender a viver a vida com paz na escola e fora dela e o compromisso com um mundo melhor.

TV Canal do Estudante, acesse e encontre um mundo de informações:



Fonte: Wikipédia / A Paz Também se Aprende (Naomi Drew)

Muita paz!

10 agosto 2011

CAMPANHA POR UMA INFÂNCIA SEM RACISMO (UNICEF)


PARTICIPE - DIVULGUE - DENUNCIE - COMPARTILHE - APRENDA E ENSINE A UNIDADE NA DIVERSIDADE E FORTALEÇA O TRABALHO PELA DIVULGAÇÃO DA CULTURA DA PAZ E NÃO-VIOLÊNCIA ATIVA!





ACESSE O SITE DA CAMPANHA PARA MAIORES INFORMAÇÕES, CLIQUE NO LINK ABAIXO:

08 agosto 2011


CONVITE

A UNIPAZ BAHIA tem a grata satisfação de convidá-lo para o SARAU da PAZ, evento mensal com o objetivo de reunirmos pessoas sensíveis e antenadas que estão buscando soluções para o estado de coisas que estamos vivendo nesse momento do Brasil.

PROGRAMA: Nessa primeira reunião iremos refletir e analisar os pontos fortes e os fracos para estabelecermos uma CULTURA de Paz em Salvador e quais as contribuições pessoais que podemos estabelecer em conjunto.

Esse é o momento de nos unirmos para que o estabelecimento de uma NOVA ORDEM possa de fato acontecer!

Não podemos mais apenas assistir o que está acontecendo, precisamos ser os atores dessa nova visão de mundo!

Aquilo que pensamos, acreditamos e fazemos, é o que cria a realidade à nossa volta!

Muita Paz!


Dia: 12 de Agosto de 2011.

Hora: 17:30h.

Local: PHOENIX AÉREA.

Rua Waldemar Falcão 2106 ap.2502, Brotas (Primeiro edifício da rua) Mansão Prof. Estácio Gonzaga

 

Informações: (71)9227-2773 /9204-0007 /9141-8828

25 julho 2011

INFORMATIVO

Daqui a dois dias em Salvador será realizado um importante evento relacionando consumismo, publicidade e a infância organizado pelo Instituto Alana.

Repassamos o convite para que você possa participar e divulgar entre seus amigos, acredito que as discussões serão ricas e contribuirá com o desenvolvimento da cultura da paz.

Mesmo que não possamos participar do evento, cabe a cada um de nós uma boa reflexão sobre os assuntos que serão discutidos, pois é sabido de todos nós, que vivemos numa sociedade capitalista e consumista, onde nossas crianças e jovens são constantementes influenciados e aliciados por determinados meios mídiaticos e publicirários para que se tornem futuros consumistas.


 
Evento totalmente gratuito e sem inscrição prévia. Participe!
 
 Muita paz hoje e sempre!


20 julho 2011

REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA DA PAZ 2


Neste livro a autora discute as formas de enfrentamento dos conflitos - inevitáveis no convívio humano - mas que podem ser trabalhados por meios não violentos. Saber usar bem o instinto da agressividade, canalizando-o para atividades construtivas, estimular a "escuta sensível", a capacidade de fazer acordos pelos recursos da comunicação são maneiras de nos ajudar a superar os aspectos perversos de uma sociedade individualista e centrada no lucro e no consumo progressivo.

Com sua experiência em Psicologia da Família, a autora analisa as diversas formas da violência, bem como discute as maneiras de cortar o mal pela raíz ou, diante do problema instalado, quais seriam os caminhos para reverter seus efeitos perversos.

Aprender a construir a paz é um desafio que depende do esforço do estado, da sociedade civíl e de cada cidadão em particular. Só assim poderemos cuidar melhor de nós mesmos, dos outros e do ambiente.

Boa Leitura!

Muita paz

09 julho 2011

MÚSICA EM PROL DA PAZ

Vamos celebrar a paz com música e arte, faça a sua parte caritativa, fazendo o bem sem olhar a quem!

Com a direção e concepção de Jackson Costa e Margareth Menezes, o "Canto pela Paz" terá sua renda revertida para as obras do Centro Espírita Beneficente União do Vegetal e marca a celebração de seus 50 anos.

Show: "Canto pela Paz"


Teatro Castro Alves


17 de julho de 2011


20 horas

06 julho 2011

POESIA DA PAZ


A paz é...

A paz se faz
refaz
não se desfaz

A paz se cria
procria
acaba com hipocrisia

A paz constrói
nada destrói
e ela não dói...

A paz não é mito
nasce do conflito
tratado de jeito bonito

A paz é fato
não boato
surge do ato

A paz é amor
calor a favor
do que se tem de valor

A paz não é inveção
é emoção do coração
também razão e intuição

A paz é ....

Nei Alberto Salles Filho

05 julho 2011

EXERCÍCIO PARA A PAZ 1

Na vida nos deparamos com muitos conflitos, desde os pessoais até os sociais. Resolvê-los de forma pacífica, é um exercício diário que deve ser praticado por todos nós, para que assim, com o poder da vontade e da ação proativa possamos transformar as velhas formas do viver.

Para que tenhamos a consciência da paz, é necessário que caminhemos pela perspectiva da experiência, só aprenderemos a viver a paz, a partir do momento  tivermos não somente os conhecimentos referentes a cultura da paz, mais também as vivências (ações) necessárias  e apropriadas que possibilitem a ampliação da percepção da paz como uma nova possibilidade para resignificar as nossas formas de viver.

Esta será a primeira publicação com exercícios que sugiro como possibilidade de harmonização no nível pessoal, social e ambiental. 

Mentalização

-   Relaxe e respire profundamente, fazendo contato consigo mesmo;
-  Procure lembrar-se de uma situação muito conflituosa e desafiadora vivenciada;
-   Então imagine uma tela mental, como se fosse uma tela de cinema;
-    Sente-se de frente para esta tela;
-    Projete esta situação na tela e assista  do início ao fim;
-    Observe o seu comportamento mediante situação;
-   Faça perguntas a si mesmo, sem julgamentos, mantendo um  diálogo com o que foi visto, por exemplo: Como a situação começou?  Por que começou e quais fatos a desencadearam? Para que vivenciei tal situação? Como poderia ser evitada? Como foi resolvida? O que se aprendeu dela?, etc.;
- Procure agora compreender se suas atitudes foram pela negociação, enfim, por métodos pacíficos ou agressivos e violentos;
-  Agora procure procure visualizar a mesma cena de forma diferente, projetando a solução e o modo pacífico e amoroso que você gostaria que fosse resolvido, lembrando-se sempre do respeito mútuo (colocando-se no lugar do outro);
-   Após a visualização positiva, respire profundamente e abra os olhos lentamente, sentindo todo o ambiente em que você se encontra no momento do exercício.

Bom exercício!

E toda vez que tiver uma situação desafiadora na sua vida, faça uso desta e de outras mentalizações que você com certeza conseguirá uma harmonia maior e boas possibilidades de resolução positiva de conflitos.

Esta mentalização também pode ser feita em situações conflituosas e desafiadoras que você terá que enfrentar em um momento futuro, é só visualizar bem antes com a força da vontade,  os aspectos pacíficos e positivos  que você gostaria que se realizasse mediante situação.

Nunca esqueça que o "tempo" será o nosso grande companheiro na prática destes exercícios, nunca esquecendo que o caminho para a paz é a aprendizagem, errou, não conseguiu num primeiro momento, tenta mais algumas vezes e no momento propício você conseguirá... É com os erros que aprendemos, pensemos então,  se tudo na vida fosse certo, correto, perfeito,  nós  teríamos necessidade da aprendizagem?

Muita paz!

19 junho 2011

MESTRE DA PAZ 7


Bem-Aventurada Dulce dos Pobres

O amor supera todos os obstáculos, todos os sacrifícios. Por mais que fizermos, tudo é pouco diante do que Deus faz por nós. "
 Irmã Dulce


Irmã Dulce, ficou conhecida como o "Anjo Bom da Bahia",  foi uma grande trabalhadora pelo estabelecimento da paz, em especial da paz no nível social, justamente porque dedicou a sua vida para ajudar os necessitados do pão material, moral e espiritual.

Dedico esta postagem, por dois motivos, pelo seu recente processo de beatificação e  como forma de reconhecimento, gratidão e divulgação  das  suas realizações como emissora da paz, porque fui um trabalhador da sua grande obra na área de educação e conheci vários dos teus "filhos" que foram criados por ela com muito amor e que saíram de uma vida de extrema pobreza e miséria e se tornaram grandes e respeitados cidadãos, demonstrando o exemplo do resultado do seu  dignificante trabalho.

Independente de diferenças religiosas, de situação social ou quaisquer outros motivos, bastou ser um necessitado que a Irmã cuidava generosamente de todos, sem distinção e se não tivesse condições, aceitava-os do mesmo jeito e  saía pelas ruas de Salvador, batendo nas portas de quem podia para atender aos teus necessitados.

Do seu grande legado, além da inestimável dedicação, cuidado e  do amor ao próximo,  podemos destacar um hospital, chamado de Hospital Santo Antônio, grande referência na área de saúde em atendimentos às pessoas carentes; um asilo, o Centro Geriátrico Júlia Magalhães, em Salvador e um orfanato que hoje é uma escola, o Centro Educacional Santo Antônio em Simões Filho.

No livro "Reflexões sobre a Paz,  de Assagioli/Brasil tem uma frase interessante que diz assim "As necessidades humanas não atendidas são gritos de guerra, as necessidades humanas atendidas são expressões de paz.". Então pensando nesta frase e nos milhões de necessitados do mundo,  sugiro que cada um de nós procure solidariamente, da forma que pode, ajudar  no atendimento das necessidades de um irmão nosso (próximo ou distante), para que a paz consiga sair do pensamento errôneo da inércia e se estabelecer definitivamente no campo da ação, que é o seu verdadeiro sentido.

Querendo conhecer e ajudar carinhosamente e caridosamente a manter viva a memória e todo o esforço de Irmã Dulce, clique no link abaixo e você saberá como:

http://www.irmadulce.org.br/obrassociais/fale.php




14 junho 2011

IMPORTÂNCIA DO ESTUDO E DO TRABALHO


Desde o dia 1ª de maio que venho desejando escrever algo sobre o assunto, quero dizer "trabalho  aliado ao conceito do binômio estudo-conhecimento" no contexto da educação para a Cultura da Paz, que neste caso tem um sentido mais amplo, como possibilidade de ação libertadora que permite que o homem (nós educadores e os educandos) se libertem da ignorância de si mesmos e da realidade da vida, favorecendo assim o bom-senso e o discernimento e facilitando a nossa evolução como ser humano.

Estava precisando de um estímulo, no momento desta data não consegui vislumbrar, mas li rapidamente uma reportagem não sei informar exatamente onde, que as crianças e os jovens não só brasileiros, como do mundo todo, estão perdendo o interesse pelo estudo, mediante excessos de informações do mundo externo, principalmente as do mundo virtual. Tentei localizar a revista, mas não consegui encontrar, então resolvi escrever assim mesmo, sem a constatação desta importante referência.

Como educador, fiquei extremamente impressionado com esta situação, que infelizmente não é muito difícil de se constatar, pois é bastante perceptível em nosso cotidiano escolar, o total desinteresse e apatia dos educandos em realção aos estudos e a aprendizagem dos conhecimentos, como se não fossem recursos importantes para o  desenvolvimento de suas vidas no presente e no futuro. Vale a pena frisar que  o desestímulo dos educadores mediante contexto atual (convenhamos que  de sempre)  em relação ao descaso das nossas autoridades políticas com os rumos da educação, também é possível que seja um agravante desta situação.

Penso que são muitos os motivos que levam nossos educandos ao desinteresse pelos estudos, também bastantes  complexos e diversificados para serem facilmente identificados, precisamos fazer uma séria e extensa análise de todos os fatores que os levam a inércia, a  preguiça, ao desperdício da inteligência e de todas as potencialidades humanas. 

É muito gratificante quando percebemos que nossas crianças e nossos jovens estão crescendo, evoluíndo na escola e na vida.  Mas, para isso é preciso que sejam estímuladas no seio da sua família, muitas vezes a criança perde o interesse pelo estudo por falta de estímulo e de exemplos em casa. Na escola se dá o mesmo, elas necessitam ser estimuladas, mas muitas vezes o sistema educacional  e muitos de nós educadores nos  perdemos no verdadeiro sentido da educação que é a o estímulo  da boa aprendizagem.

Seria interessante retomar este real sentido da educação e investir no trabalho educativo que amplie as possibilidades de compreensão e respeito a aprendizagem de cada indivíduo e tentar (mesmo com o excesso de educandos em uma única sala e o excesso de carga horária de cada educador) realizar um trabalho que os estimule naquilo que eles trazem como potencialidade para que se amplie o interesse dos mesmos sobre os estudos, a apreensão dos conhecimentos e também do trabalho do educador.

Educadores e educandos estimulados, sempre será uma garantia de qualidade do processo de ensino-aprendizagem.

Percebo que muitos educandos mesmo estando dentro de um espaço escolar e sendo óbvio o motivo, não sabem o que estão exatamente fazendo neste contexto, muitos não conseguem responder de forma segura e geralmente pensam que são obrigados pelos pais e pela sociedade. Com isso, os educandos necessitam saber o real objetivo da educação e da importância dos estudos-conhecimentos para o progresso de si mesmos como seres humanos.

É obrigação da família e da escola orientá-los neste sentido, caso queiram que eles se engendrem esforços suficientes para educar-se e também humanizar-se.

Penso que estudar é algo individual, mas educar, é responsabilidade de todos, mesmo com os excessos de informações externas e muitas vezes sem sentido para as suas vidas, crianças e adolescentes só as utilizarão de forma proveitosa e consciente para a sua vida interna (a verdadeira) e só poderão estar estimulados para os estudos e os conhecimentos que realmente são importantes se forem bem orientados por todos (pais, familiares, educadores, etc.). 

Caso contrário, serão orientados e estimulados pela nossa sociedade consumista e capitalista para a ampliação das suas paixões primárias, da inteligência equivocada e da  percepção distorcida da vida, vivendo em função da coletividade muitas vezes desvairada, sem a real percepção e compreensão de si mesmo e da vida, sendo que é do conhecimento de todos que  nestas situações  é que moram todos os perigos desta vida.

Paz é aprendizagem! Então, investir numa educação para a construção da Cultura da Paz e Não Violência Ativa, é um caminho seguro para estimular o desenvolvimento da inteligência, das potencialidades humanas e das qualidades ético-morais de cada educando e também dos educadores. 

O interessante é que  na educação para a paz, nenhum conhecimento é imposto, mas sim construído. Os educandos são  orientados  ao trabalho de pesquisa-ação para  que possam  descobrir, com o apoio dos educadores quais conhecimentos são necessários e importantes para que eles possam enfrentar os desafios da vida de forma mais harmônica e equilibrada, ao invés de perderem no turbilhão de situações reativas e informações muitas vezes sem sentido para as suas vidas.  

Educar para a paz, é educar para a consciência de ser humano, para a aprendizagem de conhecimentos realmente necessários para   o desenvolvimento da nossa humanidade, que nos oriente para ampliar a percepção do cuidado e do respeito consigo mesmo, com os outros e com o meio ambiente; para que possamos utilizá-los no presente e no futuro de forma ética, justa e solidária, para o trabalho digno e para as práticas nas sendas do amor, do bem e do belo.

Que possamos refletir e ampliar mais este texto com as ricas contribuições de vocês, queridos leitores deste Blog. Sugiro que façam comentários para buscarmos as causas e possíveis soluções para esta questão!

Muita paz 



05 junho 2011

DIA MUNDIAL DO MEIO AMBIENTE


O Dia Mundial do Meio Ambiente foi criado pela Assembléia Geral das Nações Unidas em 1972, marcando a abertura da Conferência de Estocolmo sobre Ambiente Humano. Entretanto, 39 anos depois, o planeta continua ameaçado de colapso ambiental  por conta da irresponsabilidade e da ganância humana, que só vislumbra o fortalecimento do poder econômico e o do lucro indiscriminado.

Desde então, no dia 05 de Junho é celebrado o Dia Mundial do Meio Ambiente, que chama a atenção para a criação de ações conjuntas e  políticas de povos e países para aumentar a conscientização, a preservação ambiental e o uso sustentável dos seus meios.

O tema deste ano, "Florestas: a Natureza a seu Serviço", ressalta a conexão intrínseca entre qualidade de vida e saúde dos ecossistemas florestais, e abrange, também, o Ano Internacional das Florestas da ONU.

Bem no Ano Internacional das Florestas, foi provada pela Câmara Federal na última semana de maio, o novo Código Florestal, que deverá ser votado no Senado ainda esta semana. O relator do projeto, o deputado Aldo Rebelo (PCdoB-SP), garantiu que não haverá alterações e que 98% do código está aprovado. Boa parte dos ambientalistas brasileiros tem a esperança que a presidente Dilma Roussef vete o novo código ou, pelo menos, não permita a diminuição de área de preservação permanente (APP) e a anistia dos desmatadores que respondem a processos e pagam multas, pontos polêmicos do novo código.

Estes ambientalistas, outros  cientistas e estudiosos do assunto temem que nossas florestas sejam totalmente devastadas e consideram este novo código, um retrocesso um retrocesso na política ambiental brasileira. Segundo os ativistas, o novo código comprometerá o todo o ecossistema, causando excessos de chuvas, ou seca, problemas com polinização, controle de pragas, erosão do solo e perda de produtividade.

Sendo assim, todo cidadão brasileiro poderia  se sensibilizar com o futuro das nossas florestas e também  da nossa sobrevivência e mobilizar-se para pressionar o digníssimo deputado e relator Aldo Rabelo, o  Senado e a nossa Presidenta para que repensem as mudanças e aprovem um código realmente florestal, pois este que está aí para ser aprovado é muito mais para defender aos interesses agrícolas, que ambientais. 

Nas escolas, seria interessante e importante que nós educadores  reflitamos sobre esta temática e assim criarmos atividades teóricas e práticas baseadas na proposta da Paz Ambiental (Educação e Consciência Ambiental),* objetivando orientar os educandos para a necessidade de conscientização  sobre a importância do meio ambiente para a nossa sobrevivência (somos um elo de um todo), da sua preservação e do uso responsável dos seus recursos.


Muita paz! 


*Já foi publicado no Blog, uma postagem específica sobre o assunto.