Este Blog convida todas as pessoas interessadas em aprender sobre a Cultura da Paz e Não-Violência Ativa através da Educação. Acesse, participe, contribua, faça a sua parte pela Cultura da Paz! Paz nao é utopia, é uma aprendizagem, possível de ser realizada por todos nós, basta apenas abrir as portas da consciência, ter coragem e vontade de tranformar com o tempo as velhas formas de viver e buscar novas formas de convivência consigo, com o próximo e com o planeta! VOCÊ É UMA POTÊNCIA DE PAZ!
18 maio 2010
VIOLÊNCIA
Violência
Titãs
Composição: Sérgio Britto / Charles Gavin
O movimento começou, o lixo fede nas calçadas
Todo mundo circulando, as avenidas congestionadas
O dia terminou, a violência continua...
Todo mundo provocando todo mundo nas ruas
A violência está em todo lugar
Não é por causa do álcool,
Nem é por causa das drogas
A violência é nossa vizinha
Não é só por culpa sua
Nem é só por culpa minha
Violência gera violência
Violência doméstica, violência cotidiana
São gemidos de dor, todo mundo se engana
Você não tem o que fazer, saia pra rua
Pra quebrar minha cabeça ou pra que quebrem a sua
Violência gera violência
Com os amigos que tenho não preciso inimigos
Aí fora ninguém fala comigo
Será que tudo está podre, será que todos estão vazios?
Não existe razão, nem existem motivos
Não adianta suplicar porque ninguém responde
Não adianta implorar, todo mundo se esconde
É difícil acreditar que somos nós os culpados
É mais fácil culpar deus ou então o diabo
Violência gera violência...
No atalho abaixo você pode escutar e refletir sobre esta música:
http://www.youtube.com/watch?v=E6kKSgoopbE
17 maio 2010
FORMAÇÃO DA CULTURA DA VIOLÊNCIA NAS ESCOLAS
Para compreendermos melhor como se processa a formação da violência nas escolas, um dos primeiros e mais significativos passos, é o claro entendendimento de que as formas mais comuns de violência podem ser agrupadas, segundo Schillig (2005, p. 12 a 14) em (3) três categorias, das quais acrescentei mais uma (quarta) categoria* que considero também importante e a autora não cita:
1- Violência contra a escola: geralmente quando se fala de violência neste aspecto, fica caracterizado como a depredação do patrimônio material da escola, como: pichações, destruição de equipamentos, bombas nos banheiros, materiais e equipamentos roubados, etc. Mais também podemos classificar como: os desvios de verbas destinadas à educação, abandono dos prédios escolares, péssimas condições de trabalho e estudo, baixos salários dos professores, desprestigio social da profissão, mudanças constantes de propostas pedagógicas, papel ambíguo frente à sociedade, etc.
2- Violência da escola: geralmente é a violência da sua própria dimensão institucional, profundamente vinculada à violência contra a escola, reproduzindo a sociedade como ela é. Se a sociedade é desigual, a escola reproduz sistematicamente a desigualdade e os conflitos que aí existem entre gerações de classes, de etnia, de gênero, de posição social, de status, de religião e entre saberes. Podemos destacar: a discriminação e o preconceito entre alunos, entre professores e ambos, o fracasso da função da escola (educar), não oferecimento do processo ensino-aprendizagem de qualidade, a confusão entre o comportamento particular e o público, etc. E como conseqüência disso tudo teremos uma instituição marcada pela dinâmica de vitimização e agressão, onde alunos e professores desmotivados pelo processo se sentem vitimizados, indiferentes e agressivos e daí surge uma série de outros problemas, como: as faltas, evasão, reprovação, abandono, a frustração do aluno que não aprende e a do professor que não atinge seus objetivos, etc.
3- Violência na escola: as outras duas categorias citadas anteriormente, violência contra e da escola formam o que se chama de violência na escola. Podemos dizer que é uma violência potencializada em suas múltiplas dimensões (familiar, urbana e estrutural) condensando-se no cotidiano escolar. Como: o roubo e o furto, agressões físicas, morais, psicológicas, simbólicas, assedio moral, brigas, ameaças, ofensas, bullying escolar³, desinteresse, falta de sentido da escola para os profissionais da educação, para os educandos e para comunidade, violência intrafamiliar e da comunidade que chega ao cotidiano escolar, alguns casos raros de morte, etc.
4- Violência no entorno da escola*: é também conhecida como violência dura, segundo a UNESCO (Organização Mundial das Nações Unidas), esta é a violência que ocorre como resultado de atos criminosos que invadem o ambiente escolar. Este tipo de violência está sempre relacionada a uma comunidade que convive com a insegurança, com as ameaças de marginais, gangues ou traficantes que agem como uma espécie de poder paralelo nestes locais, devido ao descaso dos poderes públicos com as comunidades mais carentes.
E a sua escola? Quais são as formas mais comuns de violência? Comente postando no comentário, é muito importante saber, para aprendermos a lidar com esta lamentável realidade!
10 maio 2010
A VIOLÊNCIA (NA ESCOLA E NA VIDA)
“As guerras (a violência) nascem no espírito dos homens, e é nele, primeiramente que devem ser erguidas as defesas de paz.” Frederico Mayor
Nos últimos anos, pela confusão que se faz com os conceitos entorno do tema violência, evocar a imagem de escolas violentas, tornou-se clichê entre os educadores, principalmente nos centros urbanos.
A violência urbana é de fato, um grande problema social, mas não podemos generalizar, pois mesmo que uma escola sofra com a violência gerada em seu entorno, é importante lembrar que há muito menos violência na escola do que no contexto geral da sociedade e que a escola não apenas incorpora as ameaças do seu ambiente externo, como ela mesma também produz muitos conflitos, embates e exclusões.
A violência urbana é de fato, um grande problema social, mas não podemos generalizar, pois mesmo que uma escola sofra com a violência gerada em seu entorno, é importante lembrar que há muito menos violência na escola do que no contexto geral da sociedade e que a escola não apenas incorpora as ameaças do seu ambiente externo, como ela mesma também produz muitos conflitos, embates e exclusões.
Sabemos que ela é difundida e produzida por inúmeras instâncias da nossa sociedade, como a própria escola, o sistema econômico, a família, instituições religiosas, partidos políticos, agremiações esportivas, sindicatos, etc. e que muitas vezes estas mesmas instituições não se dão conta, que de uma forma consciente ou inconsciente elas investem nesta prática.
É preciso que todos nós tenhamos consciência que somos co-responsáveis por esta situação e não existe uma causa absoluta para um ato de violência, mas múltiplas causas, que não devem ser observadas isoladamente.
Infelizmente, o que podemos constatar nos últimos anos é que a violência vem se tornando um traço cada vez mais presente em nossa vida cotidiana. Estamos vivendo não só numa sociedade violenta, sobretudo, numa cultura de violência; Os fatos violentos e os temores por eles gerados ocupam espaço crescente nos corações, nas mentes e nas atitudes das pessoas, em especial dos nossos educandos. Ventura (2000, p. 90), constata que:
“A violência tornou-se cultura nos anos 90 e como tal, tomou conta de corações e mentes, invadiu o imaginário das pessoas, esgarçou o tecido social e fez da agressividade uma prática de beligerância, um comportamento. Produziu uma revolução diabólica e perversa que em pouco tempo mudou a paisagem das cidades, a alma dos habitantes, a conduta, a maneira de morar...”
Assim sendo, a violência vem se tornando de modo profundo uma característica da identidade cultural na atualidade, permeando e influenciando as nossas vidas na contemporaneidade, sendo um instrumento frequentemente utilizado por indivíduos inconsequentes para demonstração de poderes tanto individual, quanto grupal.
E daí surge uma pergunta: Como será as nossas vidas, as das nossas crianças e dos nossos jovens diante de um mundo como este? E a escola, quais são as alternativas educacionais para solucionar ou minimizar este agente perturbador na vida pessoal, social (principalmente na familiar e escolar)?
Sabemos que a escola como todas as instituições da sociedade também sofrem com o aumento da violência e não apenas a violência vinda de fora, mas a violência que pode se desenvolver dentro dela. Mas, é importante salientar que a despeito de tudo, a escola ainda é um dos lugares mais seguros que os educandos podem freqüentar em nossa sociedade.
Neste aspecto, ela pode ser chamada a dar sua contribuição sim, primeiramente buscando responder a estas questões explicitadas para pode ajudar os profissionais que compõem o quadro escolar a perceberem significativas diferenças entre as falsas percepções da realidade e dos seus problemas reais e assim, criarem mecanismos mais adequados para lidar com determinadas situações de violência.
Então, para praticar a paz e entender como ela se constrói, implica imprescindivelmente que nós arte-educadores e toda a comunidade escolar procurem compreender também o conceito e quais são os fatores que podem causar a violência na escola e na vida. Segundo Araújo, Fernandez, Pescarolo e Viana (2001, p.02):
“Conceituar violência é bastante difícil, pois, de forma isolada, pouquíssimos comportamentos podem ser classificados como violentos. Para delimitarmos este conceito adequadamente precisamos considerar o momento histórico, a cultura, a relação e o contexto no qual tal comportamento se deu.”
Portanto, pelo tema violência ser um assunto demasiadamente complexo e amplo, sem uma unanimidade entre os autores pesquisados, para delimitá-lo dentro do que interessa em questão, considerarei um conceito que ajude a problematizar a violência no âmbito escolar e em torno dela, pois é este tipo de violência que vem causando prejuízos incalculáveis para a educação. Então, dentre os autores pesquisados, Michaud (1989, p. 10-12) propõe um conceito mais adequado para este contexto e para a realidade da nossa sociedade atua:
“Violência é o desregramento e o caos de um mundo estável [...] Há violência quando, numa situação de interação, um ou vários atores agem de maneira direta ou indireta, maciça ou esparsa, causando danos a uma ou várias pessoas, seja em sua integridade física, moral, em suas posses ou em suas participações simbólicas ou culturais.”
Mesmo sendo uma definição simples, o autor a propõe de uma forma ampla, como sendo uma força quaisquer que provoca rupturas no mundo que muitas vezes consideramos estável, normal, justo e direito. Que vai além da força física, e é vista também como força psicológica ou moral, cultural, social, simbólica que causa danos aos bens e à pessoa ou as pessoas da sua extensão (familiares, vizinhança, etc.).
Refletindo sobre este conceito e o que já foi explicitado anteriormente, pode-se compreender que a violência na escola é um reflexo da violência social, tornando-se um dos temas que mais nos preocupa atualmente e que não poderá ser revertido sem a importante contribuição das escolas.
Mas, não se deve depositar a solução de todos os problemas na educação, pois só poderemos nos livrar completamente da violência quando a sociedade deixar de (re) produzir ou incentivar comportamentos agressivos ao invés de pacíficos. É certo, contudo, que sem um envolvimento efetivo da escola dificilmente se poderá construir soluções efetivas e duradouras para resolver este grave problema.
É PRECISO SABER VIVER
É Preciso Saber Viver
Composição: Erasmo Carlos/Roberto Carlos
Quem espera que a vida
Seja feita de ilusão
Pode até ficar maluco
Ou morrer (viver) na solidão
É preciso ter cuidado
Pra mais tarde não sofrer
É preciso saber viver
Toda pedra do caminho
Você pode retirar
Numa flor que tem espinhos
Você pode se arranhar
Se o bem e o mal existem
Você pode escolher
É preciso saber viver
É preciso saber viver
É preciso saber viver
Saber viver, saber viver!
Nos atalhos abaixo você pode ver o clip e escutar esta bela música:
04 maio 2010
NÃO-VIOLÊNCIA (ATIVA)
Você já ouviu falar em Não-Violência?
Seria a não-violência o caminho mais seguro para uma vida pacífica, a menor distância entre a violência de hoje e a verdadeira paz de amanhã?
A Não-violência é um conceito muito especial para a cultura da paz, é um dos valores humanos mais importantes, acredito que o mais importante dentre todos, por ser uma síntese deles. Não poderia deixá-lo de lado, pois, se queremos uma sociedade realmente pacífica, com educandos pacificados e pacificadores, precisamos conhecer e aprender este conceito em sua forma prática.
O termo refere-se a uma série de conceitos e valores sobre ética, moralidade, diversidade, poder e conflitos que rejeitam completamente o uso da violência nos esforços para a conquista de objetivos sociais e políticos. Geralmente usado como sinônimo para pacifismo, a partir do meio do século XX o termo não-violência passou a ser aplicado também para designar conflitos sociais que não utilizavam o uso de violência, assim como movimentos políticos, religiosos, educativos e filosóficos que também utilizam os mesmos conceitos.
A Não-violência não entende que o fim justifica o meio, e sim que o fim é um resultado do meio, num ciclo de causas e efeitos que se correlacionam e se estendem numa espiral evolutiva. Desta forma, a paz não pode ser obtida através de métodos violentos e repressivos. Uma "paz" que se pretende obter através da opressão, cessa assim que os instrumentos de repressão deixam de ser utilizados, logo, um estado real de paz não se mantém quando ela não se estende a todos os indivíduos de uma sociedade.
“Não-Violência” ou método “Ahimsa”, que segundo Weil (1993), “ é uma palavra que vem do sânscrito que trata de um respeito profundo a todas as formas de vida do planeta, concebidas como sagrada” .
Ainda segundo Weil, Mahatma Gandhi, um dos maiores líderes do pacifismo mundial mostrou a força do ahimsa ao fazer a transposição dessa filosofia para a política e elaborou a teoria da resistência pacífica, que nas palavras dele mesmo quer dizer: “A não-violência é a completa ausência de malmequer para com tudo o que vive.
“Não-Violência” ou método “Ahimsa”, que segundo Weil (1993), “ é uma palavra que vem do sânscrito que trata de um respeito profundo a todas as formas de vida do planeta, concebidas como sagrada” .
Ainda segundo Weil, Mahatma Gandhi, um dos maiores líderes do pacifismo mundial mostrou a força do ahimsa ao fazer a transposição dessa filosofia para a política e elaborou a teoria da resistência pacífica, que nas palavras dele mesmo quer dizer: “A não-violência é a completa ausência de malmequer para com tudo o que vive.
A não-violência sob a sua forma ativa é boa vontade para com tudo o que vive. Ela é amor perfeito” e “força do amor ou força da alma”. Por isso, a "Não-Violência" proposta por Gandhi é chamada também de “Não-Violência Ativa”.
Assim, a não-violência como atitude prática nas escolas e na vida, representa uma ação, uma “luta”, uma oposição ou resistência a todo e qualquer tipo de violência. A não-violência como escolha de valores, significa buscar uma maturidade de relacionamento, participação ativa na vida sem imposição, representa a conscientização de que a não-violência é um valor de cidadania, ou seja, para se viver bem em sociedade, é preciso aprender a conviver, é preciso dialogar e respeitar as diferenças e poder interagir com dignidade, justiça e respeito.
Relate alguma experiência em que você teve alguma atitude não-violenta, postando um comentário!
Relate alguma experiência em que você teve alguma atitude não-violenta, postando um comentário!
27 abril 2010
AGENDA 21
A Agenda 21 é um documento que estabelece a importância de cada país a se comprometer e a refletir global e localmente, sobre a forma pela qual governos, sociedades, empresas, organizações não-governamentais, e todos os setores da sociedade poderiam cooperar no estudo de soluções para os problemas sócio-A Agenda 21 é um documento que estabelece a importância de cada país a se comprometer e a refletir global e localmente, sobre a forma pela qual governos, sociedades, empresas, organizações não-governamentais, e todos os setores da sociedade poderiam cooperar no estudo de soluções para os problemas sócio-ambientais.
Surgiu como um dos principais resultados da conferência Eco-92 ou Rio-92, ocorrida no Rio de Janeiro, Brasil, em 1992. Onde cada país desenvolve a sua Agenda 21 e no Brasil as discussões são coordenadas pela Comissão de Políticas de Desenvolvimento Sustentável e da Agenda 21 Nacional (CPDS).
A Agenda 21 se constitui como um poderoso instrumento de reconversão da sociedade industrial rumo a um novo paradigma, que exige a reinterpretação do conceito de progresso, contemplando maior harmonia e equilíbrio holístico entre o todo e as partes, promovendo a qualidade, não apenas a quantidade do crescimento.
Com a Agenda 21 criou-se um instrumento aprovado pela OMF, internacionalmente, que tornou possível repensar o planejamento. Abriu-se o caminho capaz de ajudar a construir politicamente as bases de um plano de ação e de um planejamento participativo em âmbito global, nacional e local, de forma gradual e negociada, tendo como meta um novo paradigma econômico e civilizatório.
As ações prioritárias da Agenda 21 brasileira são os programas de inclusão social (com o acesso de toda a população à educação, saúde e distribuição de renda), a sustentabilidade urbana e rural, a preservação dos recursos naturais e minerais e a ética política para o planejamento rumo ao desenvolvimento sustentável. Mas o mais importante ponto dessas ações prioritárias, segundo este estudo, é o planejamento de sistemas de produção e consumo sustentáveis contra a cultura do desperdício.
Enfim, a Agenda 21 é um plano de ação que busca o desenvolvimento sustentável para ser adotado global, nacional e localmente, por organizações do sistema das Nações Unidas, governos e pela sociedade civil, em todas as áreas em que a ação humana impacta o meio ambiente.
Para maiores informações, acesse o link abaixo:
Procure saber na sua cidade, na sua comunidade, na sua escola sobre a existência da Agenda 21 Local, quaisquer dados encontrados você poderá postar um comentário aqui...Se não encontrou nada, mobilize-se para construir uma, frente aos locais citados, o nosso planeta Terra e as nossas vidas agradecem!
26 abril 2010
DIA MUNDIAL DA TERRA
Dia Mundial da Terra - 22 de Abril
"A Terra é nossa casa e a casa de todos os seres vivos. A Terra mesma está viva. Somos partes de um universo em evolução. Somos membros de uma comunidade de vida independente com uma magnífica diversidade de formas de vida e culturas. Sentimo-nos humildes ante a beleza da Terra e compartilhamos uma reverência pela vida e as fontes do nosso ser..."
O Dia da Terra foi criado em 1970 quando o Senador norte-americano Gaylord Nelson convocou o primeiro protesto nacional contra a poluição. É festejado em 22 de abril e a partir de 1990, outros países passaram a celebrar a data.
Sabe-se que a Terra tem em torno de 4,5 bilhões de anos e existem várias teorias para o “nascimento” do planeta. A Terra é o terceiro planeta do Sistema Solar, tendo a Lua como seu único satélite natural. A Terra tem 510,3 milhões de km2 de área total, sendo que aproximadamente 97% é composto por água (1,59 bilhões de km3). A quantidade de água salgada é 30 vezes a de água doce, e 50% da água doce do planeta está situada no subsolo. A atmosfera terrestre vai até cerca de 1.000 km de altura, sendo composta basicamente de nitrogênio, oxigênio, argônio e outros gases.
A população humana atual da Terra é de aproximadamente 6 bilhões de pessoas e a expectativa de vida é em média de 65 anos. Para mantermos o equilíbrio do planeta é preciso consciência dessa importância, a começar pelas crianças. Não se pode acabar com os recursos naturais, essenciais para a vida humana, pois não haverá como repô-los.
O Dia da Terra é uma festa que pertence ao povo e não está regulada por somente uma entidade ou organismo, tampouco está relacionado com reivindicações políticas, nacionais, religiosas ou ideológicas.
O Dia da Terra refere-se à tomada de consciência dos recursos na naturais da Terra e seu manejo, à educação ambiental e à participação como cidadãos ambientalmente conscientes e responsáveis.
No Dia da Terra todos estamos convidados a participar em atividades que promovam a saúde do nosso planeta, tanto a nível global como regional e local. O pensamento deve ser global, mas a ação local, como é tratado na Agenda 21.
O Dia da Terra é um importante acontecimento educativo e informativo!!!!!!
Os grupos ecologistas utilizam-no como ocasião para avaliar os problemas do meio ambiente do planeta: a contaminação do ar, água e solos, a destruição de ecossistemas, centenas de milhares de plantas e espécies animais dizimadas, e o esgotamento de recursos não renováveis. Utiliza-se este dia também para insistir em soluções que permitam eliminar os efeitos negativos das atividades humanas. Estas soluções incluem a reciclagem de materiais manufaturados, preservação de recursos naturais como o petróleo e a energia, a proibição de utilizar produtos químicos danosos, o fim da destruição de habitats fundamentais como as florestas tropicais e a proteção de espécies ameaçadas.
Por esta razão e muitas outras tão importantes quanto, que este dia é o Dia da Terra!
Texto de referência: Wikipédia e Site Ambientebrasil, acesse o link abaixo para outras infromações:
Leiam abaixo, clicando no link, o texto "Dia da Terra, uma questão de atitude" de Marina Silva – Ex-Ministra do Meio Ambiente do Brasil e atual candidata a Presidência do Brasil:
12 abril 2010
GRANDES MESTRES DA PAZ 2
“Não há caminhos para a paz, a paz é o caminho.”
Mohandas Karamchand Gandhi, mais conhecido popularmente por Mahatma Gandhi ("Mahatma", do sânscrito "A Grande Alma"), foi um líder espiritual e pacifista indiano. Nasceu na cidade indiana de Bombaim, no ano de 1869. Foi tambem um dos idealizadores e fundadores do moderno estado indiano e um influente defensor do Satyagraha (princípio da não-agressão, forma não-violenta de protesto) como um meio de revolução.
O princípio do satyagraha, freqüentemente traduzido como "o caminho da verdade" ou "a busca da verdade", também inspirou gerações de ativistas democráticos e antiracistas. Freqüentemente Gandhi afirmava a simplicidade de seus valores, derivados da crença tradicional hindu: verdade (satya) e não-violência (ahimsa).
Gandhi afirmou da necessidade de "uma paz real baseada na liberdade e igualdade de todas as raças e nações". Nos últimos anos de sua vida nos havia dito que "Violência é criada por desigualdade, a não- violência pela igualdade".Gandhi não apoiava a sua mensagem pacifista apenas nas palavras.
Toda a sua vida foi baseada nos princípios da paz, da verdade e da não violência. Foram esses valores que ele colocou a serviço da construção de um mundo melhor, um mundo mais pacífico, sem intolerância, ódio ou cobiça.
Alguns importantes ensinamentos do Mestre:
-A regra de ouro consiste em sermos amigos do mundo e em considerarmos como uma toda a família humana;
-A verdadeira educação consiste em pôr a descoberto ou fazer atualizar o melhor de uma pessoa. Que livro melhor que o livro da humanidade?;
-Aquele que não é capaz de governar a si mesmo, não será capaz de governar os outros;
-Ler e escrever, de per si, não são educação. Eu iniciaria a educação da criança, portanto, ensinando-lhe um trabalho manual útil, e colocando-a em grau de produzir desde o momento em que começa sua educação. Desse modo todas as escolas poderiam tornar-se auto-suficientes, com a condição de o Estado comprar os manufaturados produzidos por ela;
-Acredito que um tal sistema educativo permitira o mais alto desenvolvimento da mente e da alma. É preciso, porém, que o trabalho manual não seja ensinado apenas mecanicamente, como se faz hoje, mas cientificamente, isto é, a criança deveria saber o porquê e o como de cada operação;
-O mundo não é totalmente governado pela lógica: a própria vida envolve certa espécie de violência, e a nós nos nos compete escolher o caminho da violência menor;
-Acredito na essencial unidade do homem, e portanto na unidade de todo o que vive. Desse modo, se um homem progredir espiritualmente, o mundo inteiro progride com ele, e se um homem cai, o mundo inteiro cai em igual medida;
-O amor é a força mais abstrata, e também a mais potente, que há no mundo;
-Só podemos vencer o adversário com o amor, nunca com o ódio;
-A não-violência não existe se apenas amamos aqueles que nos amam. Só há não-violência quando amamos aqueles que nos odeiam. Sei como é difícil assumir essa grande lei do amor. Mas todas as coisas grandes e boas não são difíceis de realizar? O amor a quem nos odeia é o mais difícil de tudo. Mas, com a graça de Deus, até mesmo essa coisa tão difícil se torna fácil de realizar, se assim queremos;
-Creio que a não-violência é infinitamente superior à violência, o perdão é mais nobre que a punição;
-A única revolução possível é dentro de nós...
-A única revolução possível é dentro de nós...
09 abril 2010
CONSCIÊNCIA AMBIENTAL 2
Baseado na proposta das multidimensões da vida humana e na consciência do indivíduo como potência de paz de Assagioli/ Mesquita e de Weil, temos a seguir os e eixos norteadores da educação para a cultura da paz:
• Consciência Ambiental (A arte de viver bem com o meio-ambiente):
É quando os indivíduos (educandos) aprendem a conviver em harmonia com o meio ambiente (natural), ou seja, os educandos precisam ter consciência de que cada um de nós é indissociável da natureza, que somos uma parte dela e ao mesmo tempo ela faz parte de nós. É preciso que eles superem a “fantasia da separatividade”, que consiste em crer que o sujeito e o universo não guardam nenhuma relação com a natureza e consigam restabelecer unidade perdida.
1- Educação Ecológica para a Paz: é a consciência das manifestações energéticas indissociáveis no plano da natureza: matéria (corpo físico), vida (energia vital) e informação (comunicação e expressão do amor universal, das leis da sabedoria que dá ordem ao universo), é preciso sensibilizar os indivíduos (educandos) para perceberem que não existem fronteiras entre a sua natureza e a do universo. Para atingir este estágio estes precisam através da consciência ecológica aprender algumas informações pertinentes ao assunto:
- A preservação do meio ambiente (equilíbrio dos ecossistemas): é a consciência da proteção da natureza independentemente de seu valor econômico e/ou utilitário, apontando o homem como o causador da quebra deste “equilíbrio” e propondo cuidados e manuntenção das relações energéticas ambientais, porque se uma peça deste xadrez ecológico muda, uma série de alterações ocorrerão também. Em outras palavras, “tocar”, “explorar”, “consumir” e, muitas vezes até “pesquisar”, torna-se, então, uma atitude que fere tais princípios.
- A conservação do meio ambiente: é a consciência do amor à natureza, mas aliado ao seu uso racional e manejo criterioso pela nossa espécie, executando um papel de gestor e parte integrante do processo. Podendo ser identificado como o meio-termo entre o preservacionismo e o desenvolvimentismo, o pensamento conservacionista caracteriza a maioria dos movimentos ambientalistas, e é alicerce de políticas de desenvolvimento sustentável;
- Desenvolvimento Sustentável: é a consciência das políticas públicas ou privadas que buscam um modelo de desenvolvimento que garanta a qualidade de vida hoje, mas que não destrua os recursos necessários às gerações futuras. Redução do uso de matérias-primas, uso de energias renováveis, redução do crescimento populacional, combate à fome, mudanças nos padrões de consumo, equidade social, respeito à biodiversidade e inclusão de políticas ambientais no processo de tomada de decisões econômicas são alguns de seus princípios;
- A Reciclagem: é a consciência do reaproveitamento e da transformação de recursos materiais beneficiados como matéria-prima para um novo produto;
- A Prociclagem: é a consciência da reutilização dos recursos naturais e dos recursos materiais beneficiados dando uma outra utilidade, podendo ser similar e ou diferente da sua função inicial;
- A Coleta Seletiva do Lixo: é a consciência do recolhimento dos materiais (considerados como lixo) que são passíveis de serem reciclados, previamente separados na fonte geradora. Dentre estes materiais recicláveis podemos citar: Azul - Papel/Papelão; Amarelo - Metal; Verde - Vidro; Vermelho - Plástico; Marrom - Orgânico; Laranja - Resíduos perigosos; Preto - Madeira; Cinza - Resíduos gerais não recicláveis e ou misturados, ou contaminado não passível de separação; Roxo - Resíduos radioativos e Branco - Resíduos ambulatoriais (serviço de saúde).
CONSCIÊNCIA AMBIENTAL 1
O Sal da Terra
Beto Guedes
Composição: Beto Guedes - Ronaldo Bastos
Anda, quero te dizer nenhum segredo
Falo nesse chão da nossa casa
Vem que tá na hora de arrumar
Tempo, quero viver mais duzentos anos
Quero não ferir meu semelhante
Nem por isso quero me ferir
Vamos precisar de todo mundo
Pra banir do mundo a opressão
Para construir a vida nova
Vamos precisar de muito amo
A felicidade mora ao lado
E quem não é tolo pode ver
A paz na Terra, amor
O pé na terra
A paz na Terra, amor
O sal da Terra
Terra
És o mais bonito dos planetas
Tão te maltratando por dinheiro
Tu que és a nave nossa irmã
Canta, leva tua vida em harmonia
E nos alimenta com teus frutos
Tu que és do homem a maçã
Vamos precisar de todo mundo
Um mais um é sempre mais que dois
Pra melhor juntar as nossas forças
É só repartir melhor o pão
Recriar o paraíso agora
Para merecer quem vem depois
Deixa nascer o amor
Deixa fluir o amor
Deixa crescer o amor
Deixa viver o amor
O Sal da Terra
A Paz da Terra
Nos atalhos abaixo você pode ver o clip e escutar esta bela música:
http://www.youtube.com/watch?v=YmDct14yAhs&a=Eh_FLptRSRY&playnext_from=ML
http://www.youtube.com/watch?v=FmzExNQJi3g&feature=related
Beto Guedes
Composição: Beto Guedes - Ronaldo Bastos
Anda, quero te dizer nenhum segredo
Falo nesse chão da nossa casa
Vem que tá na hora de arrumar
Tempo, quero viver mais duzentos anos
Quero não ferir meu semelhante
Nem por isso quero me ferir
Vamos precisar de todo mundo
Pra banir do mundo a opressão
Para construir a vida nova
Vamos precisar de muito amo
A felicidade mora ao lado
E quem não é tolo pode ver
A paz na Terra, amor
O pé na terra
A paz na Terra, amor
O sal da Terra
Terra
És o mais bonito dos planetas
Tão te maltratando por dinheiro
Tu que és a nave nossa irmã
Canta, leva tua vida em harmonia
E nos alimenta com teus frutos
Tu que és do homem a maçã
Vamos precisar de todo mundo
Um mais um é sempre mais que dois
Pra melhor juntar as nossas forças
É só repartir melhor o pão
Recriar o paraíso agora
Para merecer quem vem depois
Deixa nascer o amor
Deixa fluir o amor
Deixa crescer o amor
Deixa viver o amor
O Sal da Terra
A Paz da Terra
Nos atalhos abaixo você pode ver o clip e escutar esta bela música:
http://www.youtube.com/watch?v=YmDct14yAhs&a=Eh_FLptRSRY&playnext_from=ML
http://www.youtube.com/watch?v=FmzExNQJi3g&feature=related
08 abril 2010
CONSCIÊNCIA SOCIAL 2
Baseado na proposta das multidimensões da vida humana e na consciência do indivíduo como potência de paz de Assagioli/ Mesquita e de Weil, temos a seguir os e eixos norteadores da educação para a cultura da paz:
• Consciência Social (A arte de viver bem com os outros):
É quando os indivíduos aprendem a conviver com os outros, ou seja, aprendem a conviver de forma poética, estética, democrática, justa e pacífica com as pessoas da sua família, amigos, parentes, vizinhos, na escola, na igreja e no trabalho, comunidade, sociedade, etc. Para desenvolver a paz social os educandos precisam ter consciência da sua cidadania no contexto socioeconômico e cultural onde vivem (realidade local) e também no mundo (realidade global). Este processo exige que façamos com que os indivíduos (educandos) saiam do estado de normose e da perspectiva niilista que eles têm em relação à vida, que compreendam que a violência não é normal/natural, e que é preciso que eles encontrem e ou dêem sentido à sua existência. Algumas leis e princípios podem ser buscados para que eles compreendam quais são seus direitos e deveres como cidadão para que “lutem” por justiça social.
É quando os indivíduos aprendem a conviver com os outros, ou seja, aprendem a conviver de forma poética, estética, democrática, justa e pacífica com as pessoas da sua família, amigos, parentes, vizinhos, na escola, na igreja e no trabalho, comunidade, sociedade, etc. Para desenvolver a paz social os educandos precisam ter consciência da sua cidadania no contexto socioeconômico e cultural onde vivem (realidade local) e também no mundo (realidade global). Este processo exige que façamos com que os indivíduos (educandos) saiam do estado de normose e da perspectiva niilista que eles têm em relação à vida, que compreendam que a violência não é normal/natural, e que é preciso que eles encontrem e ou dêem sentido à sua existência. Algumas leis e princípios podem ser buscados para que eles compreendam quais são seus direitos e deveres como cidadão para que “lutem” por justiça social.
1- Educação Social para a Paz: é a consciência da forma como nos relacionamos com os outros e vice-versa, os indivíduos (educandos) precisam aprender a ter atitude reflexiva, flexível, pacífica e poética para compreender as relações humanas interpessoais, inter e intragrupais e internacionais; precisam também aprender a identificar fatores que favorecem e que travam à comunicação e as causas dos conflitos;
2- Educação Cultural para a Paz: é consciência dos conhecimentos, valores, consensos, opiniões, hábitos, atitudes, sentimentos, pensamentos, pontos de vista, estereótipos, preconceitos, comportamentos... e leis de uma determinada sociedade, os indivíduos (educandos) precisam aprender a compreender a forma como adquirimos, formamos e transformamos estes aspectos culturais e os meios onde estes valores são difundidos, como nas famílias, nas artes, nas religiões, nas escolas, nos centros culturais, na sociedade como todo e em especial nos meios de comunicação de massa (nas mídias) e nas publicidades, porque estas são os veículos de grande força para a difusão da paz, mas que infelizmente vem sendo usado na maioria das vezes para divulgar a cultura de violência; é necessário que eles compreendam também que existe uma diversidade cultural e que esta precisa ser trabalhar através da arte com a perspectiva pluri e intercultural;
3- Educação econômica para a Paz: é a consciência dos regimes econômicos que engendram os meios de produção da sociedade, os indivíduos (educandos) precisam aprender a compreender e a questionar os aspectos violentos e as injustiças sociais impostas pelos sistemas econômicos atuais (neoliberal e capitalista), precisam aprender adotar mecanismos de consumo que não prejudiquem as relações pessoais, sociais e ecológicas, como a simplicidade voluntária, não ser consumista- consumindo somente o necessário que vá garantir a sua sobrevivência;
4- Educação Política para a Paz: é a consciência dos aspectos políticos que movimentam o poder na nossa sociedade, os educandos precisam aprender quais são os partidos políticos e as suas propostas ideológicas e a quem estas propostas se destina, se ao povo ou a interesses partidário-particulares; os indivíduos (educandos) precisam compreender também quais são as leis que promovem, protegem os seus direitos e deveres como cidadão para contestar contextos de opressão e injustiça social e a ausência de democracia.
CONSCIÊNCIA SOCIAL 1
A Família - Tarsila do Amaral
"Eu sei e você sabe . Ele, sim, sabe também... O que é precisar de alguém. Eu sei e você sabe. Se não sabe, há de saber. Quem nunca precisou de alguém. Ainda está pra nascer. E assim que nascer logo precisará..." (Trecho da Música Comunidária de Gilberto Gil)
Depende de Nós
Ivan Lins
Composição: Ivan Lins / Vitor Martins
Depende de nós
Quem já foi
Ou ainda é criança
Que acredita
Ou tem esperança
Quem faz tudo
Pr'um mundo melhor...
Depende de nós
Que o circo
Esteja armado
Que o palhaço
Esteja engraçado
Que o riso esteja no ar
Sem que a gente
Precise sonhar...
Que os ventos
Cantem nos galhos
Que as folhas
Bebam orvalhos
Que o sol descortine
Mais as manhãs...
Depende de nós
Se esse mundo
Ainda tem jeito
Apesar do que
O homem tem feito
Se a vida sobreviverá...
Depende de nós!
No atalho abaixo você pode ver o clip e escutar esta bela música:
http://www.youtube.com/watch?v=alv1f6wZEr0&feature=related
07 abril 2010
CONSCIÊNCIA PESSOAL 2
Baseado na proposta das multidimensões da vida humana e na consciência do indivíduo como potência de paz de Assagioli/ Mesquita e de Weil, temos a seguir os e eixos norteadores da educação para a cultura da paz:
• Consciência Pessoal (A arte de viver bem consigo mesmo):
É quando o indivíduo aprende a conviver consigo mesmo, através do autoconhecimento e da autodescoberta com o movimento da relação intrapessoal, com seu sucesso e seu fracasso, seus erros e acertos na vida. Neste sentido, todo indivíduo precisa com a força da vontade e da luta se esforçar para desenvolver-se e (auto)transformar-se diariamente nos aspectos: mental, emocional, físico e psicoespiritual.
É quando o indivíduo aprende a conviver consigo mesmo, através do autoconhecimento e da autodescoberta com o movimento da relação intrapessoal, com seu sucesso e seu fracasso, seus erros e acertos na vida. Neste sentido, todo indivíduo precisa com a força da vontade e da luta se esforçar para desenvolver-se e (auto)transformar-se diariamente nos aspectos: mental, emocional, físico e psicoespiritual.
1- Educação Mental para a Paz: é a consciência dos nossos pensamentos e a utilização correta da mente, ela sendo geradora de pensamentos tanto positivos quanto negativos, os indivíduos (educandos) precisam aprender a ter consciência do fluxo das suas idéias, onde começa e onde termina para sintonizar e a harmonizar-se com a paz interior e com as vibrações externa de paz, e consequentemente evitar as vibrações destrutivas e violentas; a mente é o maior fator de paz, pois é nela que se inicia a idéia de que somos potências de paz e movimentar a vontade para harmonizar os outros aspectos da dimensão humana;
2- Educação Emocional para a Paz: é o encontro do indivíduo com o seu oceano de emoções e sentimentos através da consciência delas, sendo que esta se desarmoniza pelo excesso de emoções não transformadas em sentimentos superiores, causando dificuldades de relacionamento, os indivíduos (educandos) precisam aprender a (re) conhecer quais são àquelas que te prendem a cadeias de ressentimentos, ódios, raivas, ciúmes, medos, etc. que os desequilibra; e àquelas que te encaminham para um comportamento mais equilibrado, construtivo e amoroso que conduzem à paz;
3- Educação do Físico para a Paz: é a consciência corporal, ou seja, do seu próprio corpo e da energia vital que circula nele e (re) conhecer que nosso corpo é inteiro (espírito-psique-físico) não podendo mais ser visto de forma separada ou fragmentada; os indivíduos (educandos) precisam aprender a ter consciência: da respiração e das tensões, compreendendo seu próprio ritmo para relaxar as tensões que os sobrecarrega, do cuidado e da higiene pessoal para que tenham uma saúde perfeita, do cuidado com a alimentação correta e do equilíbrio entre o dueto (trabalho x repouso);
4- Educação Psicoespiritual para a Paz: é a consciência da transcendência e a conexão com o todo, com o infinito dentro de nós, os educandos precisam aprender a silenciar para ter consciência da sua intuição, da sabedoria que vem de dentro, da sua voz interior que os estimula à transformação e a ampliação da consciência; é preciso aprender que a vida humana, como cada um de nós experimenta, é semeada de dificuldades, provas, sofrimentos e desafios até que aprendamos a nos (re) conhecer como potências de paz, acionando assim paulatinamente o processo de transformação.
CONSCIÊNCIA PESSOAL 1
Caçador de Mim
Milton Nascimento
Composição: Luís Carlos Sá e Sérgio Magrão
Mulher ao Espelho de Picasso
Por tanto amor
Por tanta emoção
A vida me fez assim
Doce ou atro
Manso ou feroz
Eu caçador de mim
Preso a canções
Entregue a paixões
Que nunca tiveram fim
Vou me encontrarLonge do meu lugar
Eu, caçador de mim
Nada a temer senão o correr da luta
Nada a fazer senão esquecer o medo
Abrir o peito a força, numa procura
Fugir às armadilhas da mata escura
Longe se vai
Sonhando demais
Mas onde se chega assim
Vou descobrir
O que me faz sentir
Eu, caçador de mim
No atalho abaixo você pode ver o clip e escutar esta bela música:
http://www.youtube.com/watch?v=CfcDOaS-344
06 abril 2010
8 (OITO) METAS PARA O MILÊNIO
A ONU (Organizações das Nações Unidas), apresentou 8 metas a serem cumpridas até 2015 na Declaração do Milênio.
Meta 1
Erradicar a pobreza extrema e a fome:
Muitas pessoas sobrevivem com menos de $1,00 por dia. Mas, tal situação ja começou a mudar em pelo menos 43 países, cujos povos somam 60% da população mundial. O Brasil é um exemplo de sucesso, com dez anos de antecedência, conseguil cumprir a meta;
Meta 2
Atingir o ensino básico universal:
Cento e treze milhões de crianças estão fora da escola no mundo. A Índia se comprometeu a ter 95% das crianças frequentando a a escola já em 2005. Com as crianças alfabetizadas serão capazes de contribuir para a sociedade como cidadãos e profissionais;
Meta 3
Promover a igualdade entre os sexos e a autonomia das mulheres:
Dois terços dos analfabetos do mundo são mulheres e 80% dos refugiados são mulheres e crianças;
Meta 4
Reduzir a mortalidade infantil:
Todos os anos onze milhões de bebês morrem de causas diversas. Mas esse número vem caindo desde 1980. Quando as mortes somavam 15 milhões os indicadores de mortalidade infantil falaram por si;
Meta 5
Melhorar a saúde materna:
Nos países pobres e em desenvolvimento, as carências no campo de saúde reprodutiva levam a que cada 48 partos uma mãe morra. O acesso a meios que garantam direitos de saúde reprodutiva e a presença de pessoal qualificado na hora do parto serão portanto o reflexo do desenvolvimento de sistemas integrados de saúde pública;
Meta 6
Combater o HIV/AIDS, a malaria e outras doenças:
Em grandes regiões do mundo, epidemias mortais vêm destruindo gerações e ameaçando qualquer possibilidade de desenvolvimento. O MDM deverá centralisar-se aos países mais pobres e vulneráveis às doenças, sem descuidar da criação de condições ambientais e nutritivas que estanquem os ciclos de reprodução das doenças;
Meta 7
Garantir a sustentabilidade ambiental:
Um bilhão de pessoas ainda não têm acesso a água potável. Ao longo dos anos 90, no entanto, quase um bilhão de pessoas ganharam esse acesso à água bem como ao saneamento básico. Os indicadores identificados para esta meta são justamente indicativos da adoção de atitudes sérias na esfara pública. Sem a adoção de politicas e programas ambientais, nada se conserva adequadamente, assim como sem a posse segura de suas terras e habitações, poucos se dedicarão à conquista de condições mais limpas e sadias para seu próprio entorno;
Meta 8
Estabelecer uma parcela mundial para o desenvolvimento:
Muitos países pobres gastam mais com os juros de suas dívidas do que para superar seus problemas sociais. Já se abrem perspectivas, no entanto, para a redução da dívida externa de muitos países pobres muito endividados (PPME). Entre os indicadores escolhidos estão a ajuda oficial para a capacitação dos profissionais que pensarão e negociarão as novas formas para conquistar acesso a mercados e a tecnologias abrindo o sistema comercial e financeiro não apenas para países mais abastados e grandes empresas, mas para a concorrência verdadeiramente livre de todos.
QUAIS SÃO AS SUAS METAS PARA CONTRIBUIR COM A PAZ DE SI MESMO, DOS OUTROS E DO MUNDO?
COMPARTILHE CONOSCO!
As Metas de Desenvolvimento do Milênio (MDM) surgem da declaração do milênio das Nações Unidas, adotada pelos 191 estados membros no dia 8 de setembro de 2000.
Criada em um esforço para sintetizar acordos internacionais alcançados em várias cúpulas mundiais ao longo dos anos 90, a declaração traz uma série de compromissos concretos que, se cumpridos nos prazos fixados, segundos os indicadores quantitativos que os acompanham, deverão melhorar o destino da humanidade neste século.
As 8 metas do Milênio estão sendo discutidas, elaboradas e expandidas globalmente em muitos países:
Meta 1
Erradicar a pobreza extrema e a fome:
Muitas pessoas sobrevivem com menos de $1,00 por dia. Mas, tal situação ja começou a mudar em pelo menos 43 países, cujos povos somam 60% da população mundial. O Brasil é um exemplo de sucesso, com dez anos de antecedência, conseguil cumprir a meta;
Meta 2
Atingir o ensino básico universal:
Cento e treze milhões de crianças estão fora da escola no mundo. A Índia se comprometeu a ter 95% das crianças frequentando a a escola já em 2005. Com as crianças alfabetizadas serão capazes de contribuir para a sociedade como cidadãos e profissionais;
Meta 3
Promover a igualdade entre os sexos e a autonomia das mulheres:
Dois terços dos analfabetos do mundo são mulheres e 80% dos refugiados são mulheres e crianças;
Meta 4
Reduzir a mortalidade infantil:
Todos os anos onze milhões de bebês morrem de causas diversas. Mas esse número vem caindo desde 1980. Quando as mortes somavam 15 milhões os indicadores de mortalidade infantil falaram por si;
Meta 5
Melhorar a saúde materna:
Nos países pobres e em desenvolvimento, as carências no campo de saúde reprodutiva levam a que cada 48 partos uma mãe morra. O acesso a meios que garantam direitos de saúde reprodutiva e a presença de pessoal qualificado na hora do parto serão portanto o reflexo do desenvolvimento de sistemas integrados de saúde pública;
Meta 6
Combater o HIV/AIDS, a malaria e outras doenças:
Em grandes regiões do mundo, epidemias mortais vêm destruindo gerações e ameaçando qualquer possibilidade de desenvolvimento. O MDM deverá centralisar-se aos países mais pobres e vulneráveis às doenças, sem descuidar da criação de condições ambientais e nutritivas que estanquem os ciclos de reprodução das doenças;
Meta 7
Garantir a sustentabilidade ambiental:
Um bilhão de pessoas ainda não têm acesso a água potável. Ao longo dos anos 90, no entanto, quase um bilhão de pessoas ganharam esse acesso à água bem como ao saneamento básico. Os indicadores identificados para esta meta são justamente indicativos da adoção de atitudes sérias na esfara pública. Sem a adoção de politicas e programas ambientais, nada se conserva adequadamente, assim como sem a posse segura de suas terras e habitações, poucos se dedicarão à conquista de condições mais limpas e sadias para seu próprio entorno;
Meta 8
Estabelecer uma parcela mundial para o desenvolvimento:
Muitos países pobres gastam mais com os juros de suas dívidas do que para superar seus problemas sociais. Já se abrem perspectivas, no entanto, para a redução da dívida externa de muitos países pobres muito endividados (PPME). Entre os indicadores escolhidos estão a ajuda oficial para a capacitação dos profissionais que pensarão e negociarão as novas formas para conquistar acesso a mercados e a tecnologias abrindo o sistema comercial e financeiro não apenas para países mais abastados e grandes empresas, mas para a concorrência verdadeiramente livre de todos.
QUAIS SÃO AS SUAS METAS PARA CONTRIBUIR COM A PAZ DE SI MESMO, DOS OUTROS E DO MUNDO?
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MANIFESTO 2000 PARA UMA CULTURA DE PAZ DA UNESCO
A Assembléia Geral das Nações Unidas através da UNESCO UNESCO (Organizações das Nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultura) foi a responsável pela coordenação das atividades de comemoração do Ano Internacional por uma Cultura de Paz, proclamando o ano 2000 como o Ano Internacional por uma Cultura de Paz e a década de 2000-2010, como a Década Internacional por uma Cultura de Paz e Não-Violência para as crianças e os jovens no mundo.
O Manifesto 2000 por uma Cultura de Paz e Não-Violência foi escrito por um grupo de Prêmios Nobel da Paz, com o fim de criar um senso de responsabilidade que se inicia em nível pessoal - não se trata de uma moção ou petição endereçada às altas autoridades.
É responsabilidade de cada um colocar em prática os valores, as atitudes e formas de conduta que inspirem uma cultura de paz. Todos podem contribuir para esse objetivo dentro de sua família, de seu bairro, de sua cidade, de sua região e de seu país ao promover a não-violência, a tolerância, o diálogo, a reconciliação, a justiça e a solidariedade em atitudes cotidianas.
TEXTO DO MANIFESTO 2000 PARA UMA CULTURA DA PAZ E NÃO-VIOLÊNCIA
Reconhecendo a minha cota de responsabilidade com o futuro da humanidade, especialmente com as crianças de hoje e as das gerações futuras, eu me comprometo - em minha vida diária, na minha família, no meu trabalho, na minha comunidade, no meu país e na minha região - a:
1. Respeitar a vida e a dignidade de cada pessoa, sem discriminação ou preconceito;
2. Praticar a não-violência ativa, rejeitando a violência sob todas as suas formas: física, sexual, psicológica, econômica e social, em particular contra os grupos mais desprovidos e vulneráveis como as crianças e os adolescentes;
3. Compartilhar o meu tempo e meus recursos materiais em um espírito de generosidade visando o fim da exclusão, da injustiça e da opressão política e econômica;
4. Defender a liberdade de expressão e a diversidade cultural, dando sempre preferência ao diálogo e à escuta do que ao fanatismo, a difamação e a rejeição do outro;
5. Promover um comportamento de consumo que seja responsável e práticas de desenvolvimento que respeitem todas as formas de vida e preservem o equilíbrio da natureza no planeta;
6. Contribuir para o desenvolvimento da minha comunidade, com a ampla participação da mulher e o respeito pelos princípios democráticos, de modo a construir novas formas de solidariedade.
1. Respeitar a vida e a dignidade de cada pessoa, sem discriminação ou preconceito;
2. Praticar a não-violência ativa, rejeitando a violência sob todas as suas formas: física, sexual, psicológica, econômica e social, em particular contra os grupos mais desprovidos e vulneráveis como as crianças e os adolescentes;
3. Compartilhar o meu tempo e meus recursos materiais em um espírito de generosidade visando o fim da exclusão, da injustiça e da opressão política e econômica;
4. Defender a liberdade de expressão e a diversidade cultural, dando sempre preferência ao diálogo e à escuta do que ao fanatismo, a difamação e a rejeição do outro;
5. Promover um comportamento de consumo que seja responsável e práticas de desenvolvimento que respeitem todas as formas de vida e preservem o equilíbrio da natureza no planeta;
6. Contribuir para o desenvolvimento da minha comunidade, com a ampla participação da mulher e o respeito pelos princípios democráticos, de modo a construir novas formas de solidariedade.
AINDA DÁ TEMPO DE PARTICIPAR...!
04 abril 2010
CONCEITO(S) DA PAZ NA EDUCAÇÃO E NA VIDA
Segundo a UNESCO, Jares, Velázques, Weil, Assagioli/Mesquita, Gandhi, Sathya Sai Baba, Montessori, dentre outros teóricos estudados, existem alguns princípios que fundamentam a cultura de paz e que precisam ser compreendidos e explicitados se quisermos construir a educação para a paz nas escolas, que vou chamar de (EP) para facilitar:
• A (EP) propõe de antemão que a paz, deve ser vista a partir do horizonte do pacifismo e não da passividade que são proposições totalmente diferentes; precisa ser visto mais como um movimento em curso, num processo de ação proativa desenvolvendo uma profunda consciência das reais possibilidades de se resolver conflitos de forma não-violenta e pacífica, do que somente como mais uma meta a ser alcançada sem um propósito firme ou falta de atitude, atividade, inércia etc.;
• A (EP) é um processo dinâmico, contínuo, permanente e é importante ressaltar acima de tudo (pro)ativo e não (re)ativo, devendo fazer parte do cotidiano escolar e não somente em momentos pontuais;
• A (EP) é um processo transversal inter-transdiciplinar, afetando todos os elementos do currículo escolar e todas as etapas educativas;
• A (EP) é uma forma de educar através dos valores humanos absolutos, como verdade, ação correta, paz, amor e não-violência e dos valores relativos, a educação não é um processo neutro, e assim consciente ou inconscientemente transmitimos valores aos nossos educandos;
• A (EP) é um forma de resolver os conflitos de forma criativa, o conflito, por sua vez, passa a ser compreendido de forma positiva, educativa e como fenômeno próprio da convivência humana, passível de ser conduzido de modo a integrar os indivíduos em uma comunidade democrática e justa;
• A (EP) é uma forma de educar de acordo aos direitos humanos e a cidadania democrática, os direitos humanos servem como guia educativo no centro na luta pela dignidade humana;
• A (EP) supõe o emprego de meios de acordo com os fins a que se pretende;
• A (EP) propõe a prática da não-violência ativa, não aceitando a violência em nenhuma das suas formas: física, sexual, psicológica, econômica, social, cultural, em particular dirigida aos mais fracos e vulneráveis, como as crianças e os adolescentes;
• A (EP) está relacionada às três dimensões relacionais da harmonia nas quais se desenvolve o ser humano: a paz consigo mesmo; a paz com os outros, a partir da interação com as estruturas sociais e a paz com o meio ambiente em que se vive;
• A (EP) exige a superação da sua visão negativa, para o entendimento da paz no seu aspecto positivo, que é a paz que garante que as necessidades humanas básicas para todas as pessoas sejam atendidas sejam atendidas sem nenhum tipo de discriminação;
• A (EP) afirma que a escola apresenta-se como um ambiente complexo e de interação de culturas diversas (diversidade cultural), atravessada consequentemente por tensões e conflitos, exigindo que os educadores trabalhem, cada vez mais, com aspectos da multiculturalidade e da interculturalidade, abolindo preconceitos e estereótipos;
• A (EP) propõe que nós aprendamos a conviver, trata-se de aprender a viver juntos, desenvolvendo o conhecimento acerca dos outros, da sua história, tradições e espiritualidade, etc.;
• A (EP) propõe que desenvolvamos mecanismos de comunicação empática e dialógica, construídas na base do respeito, reciprocidade, confiança, aceitação incondicional dos outros, etc.;
• A (EP) propõe o desenvolvimento saudável das relações intra e interpessoais;
• A (EP) propõe o estabelecimento de pactos de convivência, como normas reguladoras da escola num padrão de democracia participativa e igualitária (Igualdade na Diversidade);
• A (EP) propõe que as artes e suas linguagens, através de suas atividades criativas, possibilita que os educandos aprendam a arte de viver em paz, ou seja, os aspectos imagéticos, culturais, sensibilizadores, criativos e intuitivos da arte servem para interconectar os níveis da personalidade, aprimorar a expressão da inteligência, despertá-los para a poética do belo e da estética do bem na vida prática, despetando-os para os valores humanos fundamentais e novas formas de convivência.
• A (EP) propõe muitos outros princípios para a paz... Cabe a cada um de nós buscá-los e aplicá-los em nosso dia-a-dia.
SUGIRA OS SEUS PRINCÍPIOS POSTANDO COMENTÁRIOS!
SUGIRA OS SEUS PRINCÍPIOS POSTANDO COMENTÁRIOS!
01 abril 2010
CONCEITO(S) DA PAZ!
A Paz pode ser luminosa, forte e ativa ou calma, terna e doce.
A Paz pode ser encontrada em lugares movimentados e barulhentos, como pode estar ausente num lugar mais calmo e silencioso do mundo.
Não é fácil conceituar a palavra paz, pois ela pode significar diferentes coisas para diferentes pessoas, em diferentes lugares e em diferentes épocas de suas vidas.
De antemão posso sugerir um conceito simples, mas abrangente:
"Paz é um valor humano que tem como base a aprendizagem e a harmonização em todos os níveis da nossa vida, a a partir da ação, da organização, da criação e do movimento de pessoas para a construção de uma nova forma de convivência humana".
"Paz é um valor humano que tem como base a aprendizagem e a harmonização em todos os níveis da nossa vida, a a partir da ação, da organização, da criação e do movimento de pessoas para a construção de uma nova forma de convivência humana".
Portanto, para aprendermos a arte de viver em paz, precisamos ter consciência do que ela representa para nós e para as nossas vidas e tambem para a vida das outras pessoas.
A partir desta explanação e de seus conhecimentos, faço a seguinte pergunta para você querido leitor deste Blog:
A partir desta explanação e de seus conhecimentos, faço a seguinte pergunta para você querido leitor deste Blog:
O QUE É PAZ?
Sugira o seu conceito postando um comentário e contribua com a paz do mundo!
Não esqueça de colocá-lo em prática!
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